Bem Vindo

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Torcida Brasileira no Serra Dourada - Super Clássico das Américas Brasil 2 X 1 Argentina








 BRASIL 2x1 ARGENTINA, ida do Superclássico das Américas/2012



Local: Estádio Serra Dourada (Goiânia). Árbitro: Carlos Amarilla (PAR). Assistentes: Rodney Aquino (PAR) e Carlos Caceres (PAR). Renda: R$ 2.700.670,00. Público pagante: 37.871. Cartões amarelos: Paulinho e Neymar (B); Desábato (A). Gols: Martinez 19’ e Paulinho (cabeça) (B) 25’ do 1º tempo. Neymar (pênalti) (B) 48’ do 2º tempo.


BRASIL: Jefferson, Lucas Marques, Dedé, Rever e Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Jadson (Thiago Neves) e Lucas (Wellington Nem), Luis Fabiano (Leandro Damião) e Neymar. Técnico: Mano Menezes.


ARGENTINA: Ustari, Peruzzi, Lisandro López (Vergini), Desábato e Clemente Rodríguez; Sebá Domínguez, Guiñazu, Braña e Maxi Rodríguez; Barcos (Funos Mori) e Martínez (Somoza). Técnico: Alejandro Sabella.


Obs.: O BRASIL completou 13 jogos no Estádio Serra Dourada, com 11 vitórias e 2 empates, 41 gols pró x 7 gols contra = saldo positivo de 34 gols.

  Autor: Roberto Sampaio
Fonte: Coordenadoria Técnica.




Video: TV GLOBO - Sempre Informando a Comunidade.
Torcida Brasileira no Serra Dourada - Goiania.

Gols Liga dos Campeões - UEFA Champions League




Gols Liga dos Campeões Quarta-Feira (20/09/2012)


Video: TV GLOBO - Sempre Informando a Comunidade.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Centro cultural Arena Castelão - Escolas Públicas Estaduais e Municipais tem Gratuidade.



A partir da próxima segunda-feira, dia 3 de setembro, cearenses e turistas que visitarem o Estado terão a oportunidade de reviver a história do futebol cearense com a inauguração do Espaço Cultural Arena Castelão. Instalado no Edifício Central da Arena o Espaço mostrará as histórias dos grandes clássicos e de seus protagonistas em uma área total de 1.800m².


No local, os visitantes terão a oportunidade de preservar a memória do futebol cearense, ao mesmo tempo em que acompanharão o andamento das obras do palco para a Copa das Confederações 2013 e a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™. Para além do esporte, o Espaço Cultural Arena Castelão será também palco para diversas manifestações culturais, com uma área especialmente dedicada às artes plásticas. A abertura contará com exposição “Revirando Meus Segredos”, do artista plástico cearense, Mano Alencar.


Os ambientes internos foram cuidadosamente planejados para possibilitar o resgate da memória do futebol local desde 1896. Lá também estão instalados dois mini auditórios com capacidade para até 30 pessoas, onde serão apresentados depoimentos de personalidades importantes como jogadores, historiadores, cronistas esportivos e árbitros. O local contará ainda com uma sala de monitoramento e controle. Tudo com acessibilidade para pessoas com deficiências e mobilidade reduzida.

Ao todo, quatro temáticas ganharam destaques: História do Futebol Cearense, com passagem por seus clubes; Grandes Clássicos com a história dos seus astros; Personalidades; e um espaço dedicado à Arena Castelão. A memória do futebol será retratada por meio de troféus, fotos, camisas, vídeos e depoimentos que ganharam um toque especial em recursos áudio visuais que permitirão a integração com o público visitante. O Espaço Cultural será coordenado pela empresa responsável pela operação do estádio, Arena Castelão, integrante da Parceria Pública Privada (PPP), firmada com o Governo do Estado, por meio da Secretaria Especial da Copa de 2014.

A partir de segunda-feira, dia 3, a visitação será aberta ao público de terça a domingo, no horário de 12 as 20 horas. De segunda a quarta-feira e de sexta a domingo, os bilhetes de acesso podem ser adquiridos na bilheteria da Arena a custo de R$ 10,00 a inteira e R$ 5,00 a meia. Às quintas-feiras serão reservadas para o acesso gratuito de turmas das Escolas Públicas Estaduais e Municipais com agendamento prévio.

Serviço:
Inauguração do Centro Cultural Arena Castelão
Data: 3 de setembro de 2012
Horário: 9h30min
Local: Arena Castelão (Acesso pela portaria localizada na Av. Deputado Paulino Rocha)



 Video: Globo Esporte - TV Verdes Mares - Sempre Informando a Comunidade.

World Cup FIFA 2014 - Fortaleza.

The King Pelé - Rei Pelé - Atleta do Século.



Pelé (1940-) é um jogador brasileiro de futebol. Mais conhecido como "Rei Pelé", encantou o mundo com seus dribles e passes. Foi designado o Embaixador Mundial do Futebol. Foi eleito o "Atleta do Século". Levou o Santos Futebol Clube, onde atuou por mais de duas décadas, a ganhar mais de quarenta taças. Foi artilheiro do campeonato paulista, ganhou o título 11 vezes, onde 9 foram consecutivas. Foi artilheiro da Libertadores, da Taça Brasil e do Torneio Rio São Paulo. Fez sua estréia na Seleção Brasileira com apenas 17 anos, incompletos, onde só se despediu em 1971. Jogou no New York Cosmos de 1975 a 1977. Foi Ministro dos Esportes entre os anos de 1995 e 1998. Ganhou títulos em várias parte do mundo.
Edson Arantes do Nascimento, ou simplesmente Pelé, nasceu em 23 de outubro de 1940, na cidade de Três Corações, Minas Gerais. Começou a carreira no infanto-juvenil do Bauru Atlético Clube, em São Paulo, onde conquistou o bicampeonato em 1954 e 1955.


(Foto: Jose Dias Herrera)
Em 1956, foi levado para treinar no Santos F.C., pelo também jogador, Waldemar de Brito. Em jogo treino, Pelé fez quatro gols, onde seu time ganhou de seis a um. Sua primeira partida oficial foi no dia 7 de setembro de 1956, em jogo amistoso entre Santos e Coríntias. O resultado foi de sete a um para o Santos, com dois gols de Pelé. Na contagem de 1000 gols da carreira, este foi o primeiro oficializado. Pelé levou o Santos a conquistar mais de quarenta taças. Em 1974 fez o seu último jogo com a camisa do Santos.
Pelé fez sua estréia na seleção brasileira no dia 7 de julho de 1957, com 17 anos incompletos, no jogo contra a Argentina, no Estádio do Maracanã no Rio de Janeiro, onde marcou seu primeiro gol pela seleção, sendo esse gol oficializado como o primeiro para a contagem dos 1000 gols de sua carreira.


Pelé Participou de 115 partidas pela seleção brasileira, marcando 103 gols, sendo 92 oficiais. Foi convocado para a copa do mundo na Suécia, em 1958, quando foi pela primeira vez campeão mundial e marcou seis gols. Na copa do Chile em 1962, sofreu uma distensão muscular, no jogo contra a Tchecoslováquia, ficou fora da equipe e quem brilhou no seu lugar foi o jogador Garrincha. Participou ainda da copa de 1966, na Inglaterra e da copa de 1970, no México, quando a seleção trouxe para o Brasil a taça Jules Rimet. O último jogo de Pelé pela seleção foi no Estádio do Maracanã em 18 de julho de 1971, na partida entre Brasil e Iuguslávia, com o placar de dois a dois.


Pelé jogou também no New York Cosmos no período de 1975 a 1977. A última partida pelo time americano foi no Giants Stadium em 1 de outubro de 1977. Foi eleito presidente honorário do New York Cosmos. Pelé marcou 1281 gols em 1363 partidas, número que fez dele o maior artilheiro da história do futebol. Pelé aposentou-se do futebol no ano de 1977 e desde então é o embaixador mundial do futebol. Entre 1995 e 1998 Pelé foi Ministro dos Esportes no governo de Fernando Henrique Cardoso.

 (Foto: JB Scalco)
Pelé recebeu vários títulos, em 1981 foi eleito o "Atleta do Século" pelo jornal L'Equipe. Em 1997 recebeu o título de Sir-Cavaleiro Honorário do Império Britânico, das mãos da Rainha Elizabeth II. Em 1999 foi eleito o "futebolista do século". Em 2002 a FIFA o elegeu como o jogador de futebol do século XX.
Em novembro de 2011, Pelé lança seu livro "Primeiro Tempo", onde relata fatos e curiosidades de sua carreira.

Títulos Conquistados por Pelé

Campeão Paulista: 1958, 1960, 1961, 1962, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969, 1973.
Campeão da Libertadores da América: 1962 e 1963.
RECOPA Sul-Americana: 1968.
RECOPA dos Campeões Intercontinentais: 1968.
Torneio Rio - São Paulo: 1959, 1963, 1964 e 1966.
Taça Brasil: 1961, 1962, 1963, 1964 e 1965.
Torneio Roberto Gomes Pedrosa: 1968.
Copa do Mundo: Suécia, 1958; Chile, 1962 e México, 1970.
Liga Norte Americana, pelo New York Cosmos, 1977

Fonte: http://www.e-biografias.net/pele/

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Espanha Campeã Mundial de 2010 - Africa do Sul

                                                                     Fotos:Reuters

A Copa do Mundo FIFA de 2010 foi a décima nona edição da Copa do Mundo FIFA de Futebol, que ocorreu de 11 de junho até 11 de julho. O evento foi sediado na África do Sul, tendo partidas realizadas nas cidades de Bloemfontein, Cidade do Cabo, Durban, Nelspruit, Polokwane, Porto Elizabeth, Pretória, Rustemburgo e Joanesburgo. Trinta e dois seleções nacionais foram qualificadas para participar desta edição do campeonato, sendo 13 delas europeias (Espanha, Países Baixos, Itália, Alemanha, Inglaterra, Dinamarca, França, Grécia, Portugal, Sérvia, Eslováquia, Eslovênia e Suíça), 8 americanas (Brasil, Argentina, Honduras, México, Estados Unidos, Chile, Paraguai e Uruguai), 6 africanas (África do Sul, Argélia, Camarões, Costa do Marfim, Gana e Nigéria), 3 asiáticas (Japão, Coreia do Sul e Coreia do Norte) e 2 oceânicas (Austrália e Nova Zelândia).


As seleções da Sérvia e da Eslováquia faziam sua primeira participação na competição como países independentes. A edição teve apenas uma grande goleada: Portugal 7 a 0 Coreia do Norte. Porém, também contou com goleadas da Seleção Alemã sobre grandes seleções: 4 a 1 na Inglaterra e 4 a 0 na Argentina.

Os melhores jogadores do mundo do ano anterior não tiveram um bom retrospecto na copa, dando lugar para outros bons jogadores aparecerem: David Villa, Xabi Alonso e Andrés Iniesta da Espanha, Bastian Schweinsteiger, Mesut Özil e Thomas Müller da Alemanha, Diego Forlán do Uruguai, Wesley Sneijder e Arjen Robben da Holanda.

 Puiol (Foto: Reuters)


A grande campeã da Copa foi a Seleção Espanhola, que havia conquistado a Eurocopa de 2008 em cima da Alemanha, ostentado o 3º lugar na Copa das Confederações de 2009 e era a 2ª colocada dentre todas as seleções no Ranking Mundial da FIFA. No elenco, havia Iker Casillas, eleito melhor goleiro do mundo em 2009 e 2008, Xavi Hernández e Andrés Iniesta, respectivamente 3º e 5º melhores jogadores do mundo em 2009, Fernando Torres, David Villa e Cesc Fàbregas, respectivamente os 3º, 10º e 15º melhores jogadores do mundo em 2008. No caminho até a final, a Espanha eliminou Portugal, Paraguai e Alemanha nas fases finais.


A equipe que se sagrou vicecampeã foi a dos Países Baixos, que havia eliminado o Uruguai, o Brasil e a Eslováquia. A partida foi realizada em 11 de julho às 20h30min, no Soccer City, em Joanesburgo, com um público estimado em 84 490 pessoas. Sob o apito do árbitro inglês Howard Webb, a partida terminou o primeiro e o segundo tempos sem gols. No segundo tempo da prorrogação, aos 116 minutos de jogo, faltando 4 minutos para levar a decisão para a disputa de pênaltis, Andrés Iniesta marcou o gol da vitória e do título espanhol; o capitão Iker Casillas levantou a taça do primeiro título da Espanha em Copas do Mundo, finalizando a sequência de títulos conquistados pela seleção.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_2010



Itália Tetracampeã do Mundo de 2006 - Alemanha



A Copa do Mundo FIFA de 2006 realizou-se na Alemanha e foi vencida pela Itália. Pela segunda vez a Alemanha foi o país-sede (a primeira vez foi no ano de 1974-Alemanha Ocidental), e o único pré-classificado. Pela primeira vez na história do campeonato, o campeão do torneio anterior (no caso, o Brasil) precisou disputar as eliminatórias para poder defender o direito de participar no torneio. Trinta e dois países participaram na Copa de 2006, cuja final foi no dia 9 de Julho.

A decisão de confiar à Alemanha a organização do torneio foi controversa, já que se esperava que o campeonato ocorresse na África do Sul. Os outros países candidatos à organização eram Inglaterra, Marrocos e Brasil. Desde que a escolha foi feita, o órgão que controla mundialmente o esporte, a FIFA, afirmou publicamente sua intenção de rotacionar o país-sede entre suas confederações integrantes. A sede para a Copa seguinte foi escolhida logo em seguida: à África do Sul atribuiram-se os jogos da Copa do Mundo de 2010. Como preparação para a competição, a FIFA organizou a Copa das Confederações 2005 na Alemanha, torneio ganho pelo Brasil. A Copa do Mundo de 2014 será realizada na América do Sul e o Brasil foi o país escolhido para sediar esta Copa.

De acordo com os resultados obtidos nas eliminatórias, os 32 países classificados foram: Alemanha (previamente classificada como país sede), Argentina, Brasil, Paraguai, Equador, México, Estados Unidos da América, Trinidad e Tobago, Costa Rica, Portugal, Espanha, Inglaterra, França, Itália, Suíça, Suécia, República Tcheca, Ucrânia, Sérvia e Montenegro, Países Baixos, Croácia, Polônia, Togo, Gana, Angola, Costa do Marfim, Tunísia, Japão, Arábia Saudita, Irã, Coreia do Sul e Austrália.
 

Pela primeira vez na história da Copa do Mundo, três países lusófonos estiveram presentes (Portugal, Angola e Brasil). E foi a primeira vez, também, que a Concacaf teve quatro representantes (EUA, México, Costa Rica e Trinidad e Tobago), o mesmo número de América do Sul e Ásia.

 Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_2006 
Itália supera maldição para ser tetra
(Luca Toni)
Italianos, que jamais haviam vencido uma disputa de pênaltis em Copas, derrotaram os franceses após o empate por 1 a 1 no tempo normal e prorrogação. No tempo normal, os franceses abriram o placar nos minutos iniciais, com Zidane. A Itália empatou ainda na primeira etapa, com Materazzi escorando de cabeça depois de jogada de escanteio. Zidane deixou a França com um homem a menos ao ser expulso na prorrogação, depois de agredir um adversário. No final, Trezeguet perdeu a única cobrança francesa nos pênaltis, decidindo o título italiano.
Itália 5 X 3 França nos pênaltis

Fonte:http://esporte.uol.com.br/copa/2006/ultnot/italia/2006/07/09/ult3649u249.jhtm



Brasil Pentacampeão do Mundo de 2002 - Japão/Coreia.



Copa do Mundo FIFA de 2002 reuniu 32 equipes entre os dias 31 de Maio e 30 de Junho. O Brasil conquistou pela quinta vez o título mundial, depois de derrotar a Alemanha na final.
Foi a primeira vez que dois países sediaram unidos o evento, a primeira vez que três seleções - França, Japão e Coreia do Sul - estavam classificadas automaticamente e a primeira vez que uma edição da Copa não aconteceu na Europa ou nas Américas. Foi um avanço do continente Asiático.



Foi a última edição do torneio, onde o campeão anterior do torneio garantia vaga direta na fase final da competição. A França, campeã da edição de 1998, foi a última privilegiada por este sistema. A partir do final deste Mundial, a seleção campeã teria que garantir vaga na próxima competição, jogando as Eliminatórias. A partir daí, somente o país-sede do próximo Mundial é que teria vaga direta na fase final, sem a necessidade de disputar as Eliminatórias.



Foi a Copa das grandes surpresas e decepções. Do lado das surpresas contaram-se o Senegal (1 X 0 contra a França, 1 X 1 com a Dinamarca, 3 X 3 com o Uruguai, sendo eliminado só nas quartas-de-final pela Turquia, outra surpresa). Os turcos venderam caro a derrota para o Brasil, ficaram em 2º no grupo e perderam de novo para o Brasil, nas semifinais, por um 1 X 0. A Turquia pode queixar-se de um calendário de jogos mal feito, em parte devido ao fato do campeonato se disputar em dois países, dado que as equipes que se enfrentam na fase de grupos não devem voltar a jogar uma contra a outra, exceto na final. Na disputa do 3º lugar, a Turquia ganhou por 3 X 2 da Coreia do Sul, outra grande surpresa, ainda que beneficiada por jogar em casa. A Coreia ganhou da Polônia, Portugal, Itália, eliminou a Espanha e ficou em 4º lugar no Mundial.

Do lado das decepções estão a França, Argentina, Itália e Portugal. A França, favorita ao título, foi eliminada logo na 1ª fase, com 1 empate, 2 derrotas e nenhum gol marcado.
A Argentina caiu no chamado "Grupo da Morte". Após ter vencido a Nigéria por 1 X 0, perdeu para a Inglaterra por 1 X 0 e sucumbiu diante da Suécia num empate em 1 X 1. A Itália se classificou no seu grupo no saldo de gols, mas foi eliminada nas oitavas-de-final pela Coreia do Sul. Curiosamente em 1966, a Itália foi eliminada pela Coreia do Norte.

 Portugal perdeu surpreendentemente para os Estados Unidos por 3 X 2, pareceu recompor-se com uma vitória sobre a Polônia, mas perdeu por 1 X 0 para a Coreia do Sul.
Brasil e Alemanha, os dois gigantes das Copas, chegaram a 2002 desacreditados por todos. No entanto, jogaram a final entre si. A Alemanha ganhou da Arábia Saudita por 8 X 0, Camarões 2 X 0, empatou 1 X 1 com a Irlanda, e depois venceu seus outros jogos todos por 1 X 0 até à final. O destaque alemão foi o goleiro Oliver Kahn, que só levou 3 gols durante o torneio.





O Brasil fez a seguinte campanha: 2 X 1 com a Turquia, 4 X 0 com a China, 5 X 2 com a Costa Rica, 2 X 0 frente à Bélgica, 2 X 1 sobre a Inglaterra, e 1 X 0 frente à Turquia. Na final, o Brasil ganhou por 2 X 0 da Alemanha. O Brasil chegou ao pentacampeonato, inédito, e igualou a Alemanha em número de finais consecutivas, três.




Na final o Brasil entrou em campo com a seguinte equipe: Marcos; Lúcio, Roque Júnior e Edmílson; Roberto Carlos, Gilberto Silva, Kléberson, Cafu (Capitão) e Ronaldinho Gaúcho; Rivaldo e Ronaldo.
Ronaldo foi o grande nome da Copa, pois todos duvidavam de sua capacidade física de disputar o mundial, devido a 2 anos de inatividade por causa de suas cirurgias no joelho. Os 4 R's brilharam: Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Roberto Carlos. O técnico do Brasil foi Luiz Felipe Scolari.


 Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_2002

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

França Campeã do Mundo de 1998 - França



A Copa do Mundo FIFA de 1998 foi a décima sexta edição da Copa do Mundo FIFA de Futebol, que ocorreu de 10 de junho até 12 de julho de 1998. O evento foi sediado na França, pela segunda vez, tendo partidas realizadas nas cidades de Saint-Denis, Marselha, Paris, Lens, Lyon, Nantes, Toulouse, Saint-Étienne, Bordeaux e Montpellier. Trinta e duas seleções nacionais foram qualificadas para participar desta edição do campeonato, sendo quinze delas europeias (França, Alemanha, Itália, Holanda, Romênia, Espanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Croácia, Dinamarca, Inglaterra, Noruega, Escócia e Iugoslávia), oito americanas (Brasil, Argentina, Jamaica, México, Estados Unidos, Chile, Colômbia e Paraguai), cinco africanas (Camarões, Marrocos, Nigéria, África do Sul e Tunísia) e quatro asiáticas (Irã, Japão, Coreia do Sul e Arábia Saudita).

O torneio foi marcado por goleadas, entre elas França 4 x 0 Arábia Saudita, Espanha 6 x 1 Bulgária, Holanda 5 x 0 Coreia do Sul e Argentina 5 x 0 Jamaica. A copa teve vários destaques, como Edwin van der Sar, Jaap Stam, Edgar Davids, Patrick Kluivert e Dennis Bergkamp da Holanda, Brian Laudrup e Michael Laudrup da Dinamarca, Gabriel Batistuta da Argentina, Davor Šuker da Croácia, Taffarel, Ronaldo, Rivaldo, Bebeto, Dunga, Cafu e Roberto Carlos do Brasil e Lilian Thuram, Marcel Desailly, Bixente Lizarazu, Laurent Blanc, Didier Deschamps, Youri Djorkaeff, Fabien Barthez e o destacado Zinédine Zidane da França.



A final da Copa do Mundo FIFA de 1998 foi disputada pela França, que havia eliminado a Croácia, a Itália e o Paraguai; e o Brasil, que havia eliminado a Holanda, a Dinamarca e o Chile. A partida foi realizada em 12 de julho às 21 horas, no Stade de France, com um público estimado em oitenta mil pessoas. Sob o apito do árbitro marroquino Said Belqola, Zinédine Zidane marcou duas vezes no primeiro tempo e Emmanuel Petit ampliou aos 48 minutos do segundo tempo, terminando a partida em 3 a 0, derrotando a seleção brasileira, então a última campeã do mundo e única tetracampeã da época (a Itália se tornaria tetra em 2006, quando o Brasil já era penta). O capitão francês Didier Deschamps levantou a taça do primeiro título da França em Copas do Mundo.



A final causa polêmica até hoje. A Seleção Brasileira entrou em campo apática após a convulsão de Ronaldo, que mesmo assim foi escalado por Zagallo. A França bateu o Brasil por 3 a 0, com uma grande atuação de Zidane, que marcou dois gols na decisão. Os Bleus garantiram, então, seu primeiro título mundial, após tentativas frustradas das gerações de Fontaine, Kopa e Platini.



Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_1998

domingo, 16 de setembro de 2012

Brasil TetraCampeão do Mundo 1994 - Estados Unidos



A Copa do Mundo FIFA de 1994 foi sediada nos Estados Unidos, sendo a 15ª Copa do Mundo de Futebol a ser realizada.(17 de junho a 17 de julho)
Apesar da pouca tradição norte-americana no futebol, foi o mundial do país que bateu todos os recordes de público, mantidos até os dias de hoje.
Com um futebol extremante eficiente e com um grupo muito unido liderado pelo polêmico craque Romário, a Seleção brasileira conquistou o quarto título mundial ao bater a Itália nos pênaltis. A vitória do Brasil foi comemorada também como uma homenagem ao tricampeão mundial de fórmula 1 Ayrton Senna, morto em 1 de maio daquele ano.



Foi uma copa de surpresas. A Bulgária, que até ali em 6 participações anteriores jamais havia vencido um jogo de Copa do Mundo superou grandes favoritos, sendo a 2ª colocada em um grupo que tinha a Argentina, além de eliminar em um jogo emocionante a Alemanha, até então a Campeã mundial, por 2 a 1 nas quartas de final. Outra surpresa foi a Nigéria, com seu futebol ofensivo. Romênia e Suécia também surpreenderam. Os suecos ficaram com o 3º lugar ao derrotar a Bulgária por 4 a 0.
A Copa foi aberta no estádio Soldier Field, em Chicago, no dia 17 de Junho de 1994, com direito a performance da diva Whitney Houston. No mesmo dia, aconteceu o jogo de abertura entre a Alemanha (sua primeira Copa reunificada) contra a Bolívia.

Os atuais campeões venceram o jogo por um magro 1x0, gol do atacante Jürgen Klinsmann. Nesse jogo, o craque boliviano Marco Etcheverry, que tinha tudo para se destacar, recebeu o primeiro cartão vermelho da Copa ao agredir um jogador alemão, fazendo jus ao apelido de "El Diablo". Os então campeões do mundo ainda empatariam em 1x1 com a Espanha e venceriam com dificuldades a Coreia do Sul por 3x2. Nas oitavas de final, uma heróica vitória de 3x2 sobre a Bélgica e nas quartas, os alemães foram derrotados pela Bulgária, de virada, por 2x1.

A Argentina, que tinha Gabriel Batistuta, Diego Simeone, Claudio Caniggia, Fernando Redondo e Ariel Ortega, caiu prematuramente nas oitavas de final, diante da Romênia de Gheorghe Hagi, Florin Răducioiu e Gheorghe Popescu, por 3 a 2. O escândalo de doping do ídolo Maradona, expulso do mundial, foi supostamente decisivo para o desequilíbrio do time portenho, que vinha bem até então; entretanto, a Argentina só havia enfrentado times fracos, e Maradona só havia feito um gol, contra a inexpressiva Grécia, na vitória por 4x0, com um hat-trick de Batistuta.

Estreante em copas, a Arábia Saudita mostrou ao mundo do futebol a que veio no terceiro jogo contra a Bélgica. Após receber a bola do campo de sua equipe, Saeed Al-Owairan decidiu partir para cima dos belgas e após driblar meio time, tocou na saída do experiente goleiro Michel Preud'homme, um dos melhores do mundo na época, marcando o mais belo gol do Mundial. Por causa do gol, Owairan ganhou de presente da família real saudita um Rolls Royce (carro mais luxuoso do mundo). Mas, no ano seguinte, ele praticou adultério, um crime muito grave em seu país. Owairan foi julgado, ficou um ano na cadeia e levou sessenta chibatadas (pena máxima nas leis islâmicas) em praça pública, mas retornou ao futebol e participou da Copa de 1998, sem muito sucesso.
País criador dos Jogos Olímpicos de Verão, a Grécia

 passou despercebida no mundial. Também estreando no torneio, os seus jogos serviram apenas para treinar os adversários na primeira fase, pois perdeu as três partidas que disputou sem sequer balançar as redes, terminando em último.
A grande decepção da Copa foi a Colômbia. Credenciada por uma implacável goleada contra a Argentina por 5 a 0, pelas eliminatórias, em plena Buenos Aires, os colombianos chegaram aos EUA com status de favoritos. Só que perderam na estréia para a Romênia por 3 a 1 e perderam o rumo na competição. No jogo seguinte fizeram a festa dos anfitriões perdendo por 2 a 1. A solitária vitória sobre a Suíça por 2 a 0 só valeu para cumprir tabela e a seleção sul-americana voltou a sua realidade de equipe de porte médio, e ao retornar, foi muito ameaçada. O zagueiro Andrés Escobar (autor do único gol-contra no torneio) foi assassinado por um apostador que era membro do Cartel de Medellín. Os Estados Unidos, o país-sede do torneio, fizeram boa campanha, terminando atrás dos romenos e dos suíços. A campanha ianque no Grupo A foi a seguinte: empate por 1 a 1 contra a Suíça (o gol norte-americano foi marcado por Eric Wynalda, numa magnífica cobrança de falta), 2 a 1 sobre a Colômbia (gols de Earnie Stewart e Andrés Escobar, contra), num jogo marcado pela espetacular bicicleta dada pelo zagueiro Marcelo Balboa, onde a bola passou raspando o gol de Óscar Córdoba, e uma derrota de 1 a 0 para a Romênia.

Participando de sua primeira Copa, a Nigéria foi a esperança africana da Copa ao estrear com vitória aplicando 3 a 0 sobre a Bulgária. No primeiro gol marcado, o experiente Rashidi Yekini se agarrou á rede e chorou dentro dela, numa cena que correu o mundo. No segundo jogo, derrota de 2x1 para a Argentina, no último jogo de Maradona em Copas. Mas as "Super Águias" venceram a Grécia por 2 a 0 e se classificaram para as oitavas-de-Final. Nela, os nigerianos chegaram a abrir o placar com Emmanuel Amunike, mas a Itália, mesmo com um a menos (o meia-atacante Gianfranco Zola fora expulso) empatou, com Roberto Baggio, levando a partida para a prorrogação, quando o próprio Baggio marcou de pênalti o gol da dramática vitória italiana.

Mesmo que o jogo entre Rússia e Camarões tenha servido apenas para cumprir tabela, as duas equipes deixaram a Copa fazendo história com seus atacantes. O russo Oleg Salenko se tornou o primeiro (e único) jogador a marcar cinco gols em uma única partida de Copa do Mundo. Salenko terminou a Copa como artilheiro, ao lado de Hristo Stoichkov, com 6 gols marcados. O camaronês Roger Milla, aos 42 anos e 39 dias de idade, se tornou o jogador mais velho a marcar um gol em Copas e o mais velho a disputar uma partida de Copa. Camarões atravessava uma grave crise financeira, chegando ao ponto de cobrar para dar entrevista aos jornalistas entrangeiros. Aborrecidos com a derrota, a torcida camaronesa decidiu incendiar a casa de Joseph-Antoine Bell, que se aposentou após o torneio. Os torcedores apontaram o goleiro, que encerraria a carreira no mesmo ano, como principal responsável pela fraca campanha dos Leões.

A Bulgária nunca havia feito uma campanha tão surpreendente como a de 1994. Liderada em campo pelo artilheiro Stoichkov (companheiro de Romário no ataque do Barcelona), a equipe estreou com derrota de 3 a 0 para a novata Nigéria, mas se redimiu ao derrotar a Grécia por 4 a 0 (primeira vitória búlgara em copas) e a Argentina por 2 a 0 na primeira fase. Nas oitavas, um jogo dramático contra o México, Após o empate em 1 a 1, os búlgaros venceram nos pênaltis por 3 a 1, graças às defesas do goleiro Borislav Mikhailov. Nas quartas-de-final, uma vitória emocionate sobre a então campeã Alemanha por 2x1. Mas na semifinal, derrota de 2 a 1 para a Itália e apesar de ter perdido de 4 a 0 para a Suécia na disputa pelo terceiro lugar, os jogadores búlgaros foram recebidos como heróis em seu país.


O Brasil, liderado por Romário, dirigido pela dupla Parreira-Zagallo, foi para a Copa de 94 desacreditado pela difícil campanha que quase custou a eliminação nas Eliminatórias. Jogando um futebol burocrático, porém consistente em seu sistema de marcação e obediência tática, a seleção canarinho tinha na dupla de ataque Bebeto e Romário sua principal arma. Na primeira fase, ganhou da Rússia por 2 a 0, de Camarões por 3 a 0 e empatou com a Suécia por 1 a 1. Nas oitavas, ganhou por 1 a 0 dos Estados Unidos em pleno feriado da independência americana. Nas quartas um grande jogo: Brasil e Holanda. A seleção marca 2 a 0 no segundo tempo, mas a Holanda reage com Dennis Bergkamp e Aron Winter. Branco desempata, 3 a 2 e o Brasil volta às semifinais de uma Copa. A seleção canarinho vence a Suécia com um gol de cabeça do baixinho Romário e 24 anos depois está numa final de copa, novamente contra a Itália. O time de Roberto Baggio teve duas fases distintas: uma campanha razoável na 1ª fase, classificando-se somente no número de gols marcados, em um grupo considerado de nível técnico mediano, com seleções do porte de México, Irlanda e Noruega. Na partida contra a Noruega, houve a expulsão de Gianluca Pagliuca - a primeira expulsão de um goleiro na história das Copas. Já na fase subseqüente, a partir das oitavas, eliminou sucessivamente Nigéria, Espanha e Bulgária, todos por 2 a 1, sempre com Baggio brilhando.

A final entre Brasil e Itália entrou para a história por dois motivos: primeiro, pelo fato de juntar frente a frente duas das três únicas seleções que haviam conquistado três edições de Copa do Mundo, portanto, uma delas acabaria se sagrando tetracampeã, ultrapassando a rival; segundo, porque foi a primeira vez em que a final de uma Copa do Mundo seria decidida na cobrança de tiros livres da marca de pênalti.
O jogo terminou em 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação. A vitória do Brasil veio após três erros italianos: uma defesa do goleiro Taffarel, em chute de Massaro, e mais dois chutes para fora dos craques italianos Roberto Baggio e Franco Baresi. Márcio Santos havia errado também sua cobrança, não sendo necessário ao Brasil efetuar todas as cobranças a que tinha direito.
O Brasil recuperava a coroa depois de 24 longos anos (cinco edições seguidas sem vencer) e conquistava assim o inédito quarto título da Copa do Mundo - chamado de Tetracampeonato -, fato só igualado no Mundial de 2006 pela própria Itália, quando a Brasil já ostentava o título de pentacampeã - conquista obtida em 2002, na Copa do Mundo organizada em conjunto por Japão e Coréia do Sul, a primeira realizada em território asiático.


O maior destaque da Copa dos EUA foi o "baixinho" Romário, que com seus cinco gols, e com uma assistência inesquecível - aquela em que deixou Bebeto na cara do goleiro americano -, acabou confirmando a sua espetacular fase vivida então no Barcelona, fazendo por merecer a escolha da Fifa que o elegeu o melhor jogador da Copa de 1994.
Ainda no campo de jogo, aproveitando os festejos pela conquista histórica, a equipe decidiu homenagear o piloto brasileiro de Fórmula 1, Ayrton Senna, que morrera cerca de dois meses antes em um terrível acidente ocorrido no GP de Ímola, em San Marino. A homenagem veio estampada no cartaz que dizia: "Senna, Aceleramos Juntos. O Tetra é Nosso".

Na finalíssima, o Brasil entrou em campo com a seguinte formação: Taffarel; Jorginho, Aldair, Márcio Santos e Branco; Dunga (C), Mauro Silva, Mazinho e Zinho; Bebeto e Romário. Logo na primeira etapa, Cafu substituiu Jorginho; e antes do início da segunda etapa da prorrogação, Viola ocupou a vaga de Zinho.
Ao longo da competição, ficou popularizada uma frase dita por Galvão Bueno, principal locutor da Rede Globo de Televisão, direcionava ao goleiro brasileiro: "Sai que é sua, Taffarel!"

 Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_1994


Videos: Gols e a Grande Final Brasil x Itália.(melhores momentos)

Alemanha Tricampeã Mundial de 1990 - Itália



A Copa do Mundo FIFA de 1990 foi a décima quarta edição da Copa do Mundo FIFA de Futebol, que ocorreu de 8 de junho até 8 de julho de 1990. O evento foi sediado na Itália, tendo partidas realizadas nas cidades de Milão, Roma, Nápoles, Turim, Bari, Verona, Florença, Cagliari, Bologna, Udine, Palermo e Genova. Vinte e quatro seleções nacionais foram qualificadas para participar desta edição do campeonato, sendo treze delas europeias (Itália, Alemanha Ocidental, Bélgica, Inglaterra, Escócia, Áustria, Suécia, Iugoslávia, Espanha, Países Baixos, Tchecoslováquia, Irlanda, União Soviética).Romênia), 6 americanas (Brasil, Argentina, Colômbia, Uruguai, Estados Unidos e Costa Rica), 2 africanas (Camarões e Egito) e 2 asiáticas (Emirados Árabes , Coreia do Sul).


As seleções da Costa Rica, dos Emirados Árabes e da Irlanda faziam sua primeira participação na competição. A edição teve três grandes goleadas: Estados Unidos 1 x 5 Tchecoslováquia, Camarões 0 x 4 União Soviética e Alemanha Ocidental 5 x 1 Emirados Árabes. A Copa contou com grandes jogadores, como Paolo Maldini, Franco Baresi e Salvatore Schillaci da Itália, Careca do Brasil, Roger Milla de Camarões, Diego Maradona e Claudio Caniggia da Argentina, Peter Shilton, Gary Lineker, Paul Gascoigne, David Platt e Ian Wright da Inglaterra, Ronald Koeman, Frank Rijkaard, Marco Van Basten e Ruud Gullit da Holanda e Bodo Illgner, Andreas Brehme, Lothar Matthäus, Rudi Völler e Jürgen Klinsmann da Alemanha.

A Copa de 1990 entrou para a história como uma Copa de equipes defensivas, que jogavam apenas para alcançar o resultado. É geralmente conhecida como o marco que separa o futebol antigo, pautado no "futebol arte", do moderno, com seu "futebol força". A Itália, dona da casa, era grande favorita ao título; Brasil e Argentina, jogaram um futebol retrancado e apático. O grande destaque foi a seleção de Camarões que vinha na contramão dos times retrancados, jogando um futebol alegre e cheio de energia, tendo por destaque o atacante Roger Milla.

A final da Copa do Mundo FIFA de 1990 foi disputada pela Argentina, que havia eliminado a Itália, a Iugoslávia e o Brasil; e a Alemanha Ocidental, que havia eliminado a Inglaterra, a Tchecoslováquia e os Países Baixos; a trajetória de 6 jogos dessas equipes teve 3 partidas resolvidas em disputas de pênalti e 3 em placares com um gol de diferença. A partida foi realizada em 8 de julho às 20h, no Estádio Olímpico de Roma, com um público de 73 603 pessoas. Sob o apito do árbitro mexicano Edgardo Codesal, Andreas Brehme converteu uma penalidade aos 40 minutos do segundo tempo, trazendo o terceiro título da Alemanha Ocidental em Copas do Mundo, o primeiro no qual os alemães não vencem a equipe favorita.
 Chega o dia 8 de julho de 1990.

      (Lothar Matthaus)

 No Estádio Olímpico de Roma, a Alemanha Ocidental de Lothar Matthäus e a Argentina de Maradona fariam a revanche da Copa de 1986. El Pibe de oro, que já era "odiado" pelos torcedores romanos por sua atuação em Nápoles, se vingou, chamando palavrões para a torcida, que vaiou o hino argentino. Ele se tornou um dos mais hostilizados pela torcida devido à eliminação italiana na semifinal. Os argentinos buscavam o tricampeonato mundial mas, depois de dois vice-campeonatos consecutivos, a Alemanha não deixaria o título escapar e domina amplamente a partida. Maradona e Jorge Burruchaga, a dupla que desmantelara a zaga alemã no jogo final da Copa de 1986 com jogadas rápidas, desta vez havia sido bem neutralizada por uma forte marcação e a tática argentina de atuar nos contra-ataques não resulta em perigo. Resta aos hermanos segurar o empate em busca de um lance isolado, como acontecera contra Brasil e Itália dias antes ou levar a decisão nos pênaltis, onde Goycochea sempre se destacou.

     (Jurgen Klinsmann)

 A Alemanha, de tanto pressionar, trata de ganhar uma vantagem psicológica, e ela acontece aos 74 minutos quando Pedro Monzón faz uma falta feia em Jürgen Klinsmann (que chegou a erguer suas pernas para o ar), o que faz com que o argentino seja expulso. Com a vantagem, a Alemanha chega finalmente ao gol do título. Aos 84 minutos, Klinsmann bate falta próximo da área e na seqüência da jogada, Roberto Sensini, que havia entrado no 2º tempo, comete pênalti duvidoso em Rudi Völler. Maradona reclama e recebe cartão amarelo. Brehme bate rasteiro no canto e Goycochea, desta vez, não pega.


 Faltava muito pouco para o fim da partida e a Argentina não teria condições de reagir. A Alemanha conquistava o tricampeonato. Franz Beckenbauer se torna o primeiro europeu (e o segundo campeão de Copa do Mundo) a ser campeão do torneio como treinador e jogador. Apesar do gol do título ter vindo de um lance duvidoso, o título germânico foi incontestável. A Alemanha Ocidental tinha a equipe mais sólida do futebol mundial, contando com jogadores como Klinsmann, Völler, Pierre Littbarski, Matthäus, Brehme, Jürgen Kohler, Bodo Illgner e Thomas Häßler vivendo o melhor momento das carreiras. Matthäus recebeu, ainda em 1990, a Bola de Ouro e o prêmio de Melhor Jogador do Mundo. A Copa de 1990 serviu também como uma homenagem simbólica a um país que seria reunificado poucos meses depois.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_1990

Argentina Bicampeã Mundial de 1986 - México



A Copa do Mundo FIFA de 1986 foi a 13ª Copa do Mundo disputada, e contou com a participação de 24 países divididos em seis grupos de quatro. 113 países participaram das eliminatórias.


A Copa de 1986 seria disputada na Colômbia. Porém, os graves problemas econômicos deste país impediram os colombianos de serem os anfitriões do torneio. A FIFA ofereceu a Copa para o Brasil, os Estados Unidos e o Canadá em 1982, mas os governos destes três países recusaram. Então a Copa foi aceita pelo México, que foi escolhido em 1983 para sediar o mundial mais uma vez. Nem mesmo os terremotos um ano antes do mundial colocaram em risco a realização da copa.(31 de maio a 29 de junho).

Foi uma Copa na qual o grande nome foi sem dúvida Diego Armando Maradona. Após o vexame de 1982, a Argentina vinha com um time renovado. Jorge Valdano, Jorge Burruchaga, Oscar Ruggeri e Nery Pumpido foram nomes de uma equipe que se deu ao luxo de abrir mão da titularidade de Daniel Passarella. Já o Brasil, na primeira fase, ganhou da Espanha por 1 a 0, que deveria ter sido empate com um gol de Michel, que o juiz não viu (a bola bateu na trave e após a linha), 1 a 0 na Argélia, 3 a 0 na Irlanda do Norte (com um golaço de Josimar) e 4 a 0 na Polônia com outro lindo gol de Josimar. O Brasil, com uma defesa mais consistente do que em 1982, só levou um gol, justo no fatídico empate com a França pelas Quartas de Final, onde Zico, aos 30 do segundo tempo, viu Joël Bats defender o penal que daria a classificação à "Seleção Canarinho".


A Copa de 1986 também marcou a despedida da "geração Platini", e a França ficou com o 3º lugar, eliminada pela segunda vez consecutiva pela Alemanha e os principais jogadores de tão frustrados abriram mão de jogar pelo 3º posto contra a Bélgica. Mesmo assim, a França ganhou por 4 a 2. Os "Diabos Vermelhos" foram a grande surpresa da copa, pois eliminaram seleções favoritas como a URSS, nas oitavas por 4 a 3 num jogo sensacional, e a Espanha, que um jogo antes goleou a Dinamarca por inacreditáveis 5 a 1 com uma atuação espetacular de Emilio Butragueño, que fez quatro gols naquele jogo. A sensação da primeira fase foi a "Dinamáquina", que aplicou uma sonora goleada no Uruguai por 6 a 1, e venceu ainda a Alemanha, grande favorita, por 2 a 0 e caiu contra a Espanha nas Oitavas.

O Marrocos se classificou em um grupo que tinha Inglaterra, Polônia e Portugal e só foi eliminado nas Oitavas, contra a Alemanha, com um gol de falta de Lothar Matthäus no fim do jogo. A boa campanha marroquina confirmava o início de uma fase constante de boas participações de equipes africanas em Copas.



A Argentina, com o gênio Maradona, ganhou da Coréia do Sul na estréia por 3 a 1, empatou em seguida com a Itália, campeã mundial e grande decepção da copa, por 1 a 1, e consolidou o primeiro lugar com 2 a 0 na Bulgária. Nas oitavas ganhou por 1 a 0 do Uruguai, nas Quartas, 2 a 1 na Inglaterra, num dos jogos mais antológicos da história do futebol mundial. Maradona, literalmente, acabou com o jogo. Fez um gol de mão, e depois um dos mais belos gols de todos os tempos, onde passou por seis ingleses, incluindo o goleiro. Na semifinal, espantou a zebra belga por 2 a 0 com outro golaço do pibe de oro.

 Na final, Argentina e Alemanha Ocidental. A Argentina abre 2 a 0 com gols de José Luis Brown e Valdano, a Alemanha busca o resultado e empata com gols de Karl-Heinz Rummenigge e Rudi Völler, mas, no final, num descuido de Matthäus, implacável marcador, Maradona acha Burruchaga e o lança na cara do gol: 3 a 2 para a Argentina. Desta vez, ao contrário de 1978, sem contestações.
 
Argentina 3 x Alemanha Ocidental 2
Data:29.junho.1986
Local:Estadio Asteca na cidade do México
Juiz:Romualdo Arppi Filho(Brasil)
Gols:Brow no primeiro tempo. Valdano. Rummenigue. Voller. Buruchaga no segundo tempo.
ARGENTINA:Pimpido. Cuccinfo. Ruggeri. Brow. Olarticoechea. Batista. Giusti. Enrique.
Buruchaga (Trobiani). Maradona e Valdano.
ALEMANHA:Schumacher. Berthold. Torster. Jakobs. Briegel. Eder. Brehme. Matthaus. Magath (Honess). Rummenigue. Allofs (Voller).


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA_de_1986